Uma (pre)visão positiva
Há interesses despertos mundo afora. Nada assim muito exacerbado, nada muito difuso. É como um desejo acabrunhado que brota tal como uma flor no deserto. Está lá. O começo bem bonito de algo muito sincero. Aos poucos procuramos entender a simbologia do mundo em que vivemos. A simbologia das crenças espalhadas no maganize world, e como tudo isso pode estar ligado ao mecanismo de troca de energias com o Universo. Começam a questionar a respeito de deuses, divindades, entidades, santos, orixás, espíritos da natureza. Indagam-se sobre todos eles, proferidos com tanto vigor pelos que neles acreditam, de tal modo que a conclusão racional é a de que são a mesma exata estratégia para o ir e vir da energia cósmica, num fluxo de sobe e desce muito benéfico a todos. Através do pensamento, energia. E qual a razão do mau? Dizem que todos damos uma passadinha por lá, que o alimentamos consciente ou inconscientemente. Questiona-se de forma tépida a existência do mau garantindo a existência do bem. Súbito, numa hora ou outra de muita concentração, um milésimo de segundo grita como um louco o que seria de todos se acabassem com a adoração e a simbologia. O homem deverá, em pouco tempo, ser capaz de gerar energia por amor a si próprio, por amor ao próximo, por caridade. Sob a tutela da razão, pouco que seja, aceitar-se com humildade e buscar a melhora da convivência em família, em seus escritórios “preencha-essa-ficha-e-vá-para-o-guichê-ao-lado”, nas ruas e em casa. Nada assim tão rápido, tão repentino. É só algo do mundo das idéias. Apenas uma flor. Um sorriso. Tudo através da razão. Não tem mágica, nem ritual.


0 Comments:
Post a Comment
<< Home